Quase 8 mil pessoas morreram ou desapareceram no ano passado em rotas migratórias perigosas, como o Mediterrâneo e o Chifre da África, mas o número real provavelmente é muito maior, pois cortes no financiamento afetaram o acesso humanitário e o rastreamento de mortes, informou a Organização Internacional para as Migrações (OIM). As vias legais para a migração estão diminuindo, empurrando mais pessoas para as mãos de contrabandistas, afirmou a OIM, à medida que a Europa, os Estados Unidos (EUA) e outras regiões intensificam a fiscalização e investem pesadamente em medidas de dissuasão. “A perda contínua de vidas nas rotas migratórias é…
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