Close Menu
Info Já NewsInfo Já News
    As Mais Lidas

    Um dos maiores cineastas do país, Orlando Senna morre aos 86 anos

    10 de junho de 2026

    Festa literária da Fiocruz debate a ciência no combate ao racismo

    10 de junho de 2026

    MEC libera consulta a vagas no ensino superior pelo Sisu+

    10 de junho de 2026
    A mais vistas

    Um dos maiores cineastas do país, Orlando Senna morre aos 86 anos

    10 de junho de 2026

    Festa literária da Fiocruz debate a ciência no combate ao racismo

    10 de junho de 2026

    MEC libera consulta a vagas no ensino superior pelo Sisu+

    10 de junho de 2026
    o Facebook X (Twitter) Instagram
    quarta-feira, junho 10
    o Facebook X (Twitter) Instagram
    Info Já NewsInfo Já News
    Afiliados Cursos 24 Horas - Ganhe Dinheiro com seu Site
    Sistema de Afiliados - Ganhe Dinheiro com Seu Site - Cursos 24 Horas

    • Home
    • Brasil
    • Mundo
    • Esportes
    • Policia
    • Cidades
    • Politica
    • Economia
    • Saude
    • + Ver Mais
      • Educação
      • Musica
      • Tecnologia
    Info Já NewsInfo Já News
    Home»Mundo»Guerra no Irã amplia risco ambiental e climático, diz relatório
    Mundo

    Guerra no Irã amplia risco ambiental e climático, diz relatório

    Rafael Cardoso - Reporter da Agencia BrasilFonte: Rafael Cardoso - Reporter da Agencia Brasil31 de março de 2026Nenhum comentário
    o Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Whatsapp Reddit Tumblr E-mail
    guerra-no-ira-amplia-risco-ambiental-e-climatico,-diz-relatorio
    Guerra no Irã amplia risco ambiental e climático, diz relatório
    Compartilhe:
    o Facebook Twitter LinkedIn Pinterest E-mail

    A guerra dos Estados Unidos (EUA) e Israel contra o Irã completou um mês no fim de semana. Relatório do Observatório de Conflitos e Meio Ambiente (Ceobs, na sigla em inglês) mostra que além das mortes, os riscos ambientais e climáticos na região continuam a aumentar. Saúde pública, ecossistemas terrestres e marinhos, recursos naturais e aquíferos estão ameaçados.

    Os pesquisadores alertam para os perigos da continuidade do conflito. Só nas três primeiras semanas, foram identificados mais de 300 incidentes com algum grau de dano ambiental nos países envolvidos. O levantamento considera incidentes no Irã, Iraque, em Israel, no Kuwait, na Jordânia, no Chipre, Bahrein, Catar, nos Emirados Árabes Unidos, na Arábia Saudita, em Omã e no Azerbaijão.

    O estudo lembra que ataques às instalações industriais, residenciais e comerciais podem liberar poluentes, pulverizar materiais de construção, como o amianto, e provocar incêndios que geram produtos tóxicos de combustão. Muitos dos componentes de armas explosivas liberam metais pesados no ambiente.

    Recentemente, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) relatou preocupação com o aumento da violência no Oriente Médio. Em uma declaração oficial, citou os danos ambientais generalizados e pediu o fim das hostilidades.

    “O impacto ambiental deste conflito é imediato e severo. Os ataques aos depósitos de petróleo estão espalhando poluição tóxica, enquanto a escassez de água no Irã e no Oriente Médio se agrava. Um cessar-fogo é urgentemente necessário para proteger a saúde humana e ambiental”, afirma Inger Andersen, diretora executiva do Pnuma.

    Irã e Líbano enviaram reclamações às Nações Unidas, em que acusam Israel de cometer ecocídio. O termo é usado para definir uma destruição maciça e duradoura do meio ambiente, causada por atos ilegais ou irresponsáveis.

    “O ataque criminoso aos reservatórios de combustível de Teerã se enquadra, segundo todos os critérios do direito internacional, na definição de ‘ecocídio’ ou crime ambiental. Consequentemente, o regime terrorista sionista, como perpetrador, e o regime terrorista dos Estados Unidos, como seu apoiador e facilitador, devem ser responsabilizados perante organizações e fóruns internacionais”, diz o documento publicado pelo Irã.

    Relatório de riscos

    O levantamento do Ceobs lista os principais riscos ambientais.

    – Riscos nucleares: Israel atacou a instalação de enriquecimento de Natanz e as proximidades do reator de Bushehr, no Irã. Em retaliação, foram bombardeadas duas cidades próximas às instalações israelenses de armas nucleares no deserto de Negev e a Zona Industrial de Rotem, onde o urânio é extraído de depósitos de fosfato. A Agência Internacional de Energia Atômica e a Organização Mundial da Saúde manifestaram preocupação com uma possível emergência nuclear na região.

    – Infraestrutura de combustíveis fósseis: dezenas de locais de produção, processamento e armazenamento foram danificados ou interrompidos em toda a região. Isso provocou incêndios em instalações de armazenamento de petróleo. Há riscos adicionais de incêndios ou derramamentos em instalações que processam produtos de petróleo e gás. Emissões adicionais de gases do efeito estufa ocorrem de vazamentos de metano e queima de emergência.

    – Golfo Pérsico: a maioria dos navios atacados pelo Irã era cargueiro a granel, e não petroleiros. No entanto, existe risco constante de derramamentos e capacidade limitada de resposta a eles. Portos e infraestrutura petrolífera costeira, como a de Bandar Abbas, bem como navios da Marinha iraniana afundados, também são fontes potenciais de poluição.

    – Mar Vermelho: os ataques dos Houthis, movimento político e militar do Iêmen, contra navios levaram a graves incidentes de poluição. A continuação desses atos representa ameaças ao ecossistema marinho e à pesca no Mar Vermelho. Ataques retaliatórios de Israel e EUA contra infraestrutura portuária e energética também representam ameaças de poluição costeira.

    – Consequências globais: os preços e a disponibilidade menor do gás estão fazendo com que alguns países voltem a queimar carvão no curto prazo. A redução das exportações de ureia e fertilizantes está elevando os preços, o que prejudicará a produção agrícola em países importadores como Sudão e Somália, enquanto beneficia as receitas de exportação da Rússia.

    Custo climático

    Dados do Climate and Community Institute estimam que a guerra no Irã provocou, em 14 dias, a emissão de 5 milhões de toneladas de dióxido de carbono. Se o conflito se estender por mais tempo e esse ritmo inicial se mantiver, as emissões mensais podem ultrapassar 10 milhões de toneladas.

    “O conflito no Irã gera muita preocupação, porque os países envolvidos são fortemente envolvidos na produção de combustíveis fósseis e se tornam alvos estratégicos”, analisa o professor Wagner Ribeiro, professor de geografia da Universidade de São Paulo (USP), especialista em geopolítica e meio ambiente.

    “Quando você bombardeia uma usina de processamento de petróleo ou um posto de gás, não está apenas dificultando a infraestrutura do inimigo, mas está também queimando esse material e agravando a emissão de gases de efeito estufa”, complementa.

    O Instituto Talanoa publicou levantamento recente sobre o impacto das guerras contemporâneas na emergência climática. Se o setor militar mundial fosse um país, seria o quinto maior emissor de gases de efeito estufa no mundo, com cerca de 2,7 gigatoneladas de dióxido de carbono equivalente (GTCO2e), ou seja, 5,5% das emissões globais.

    A China lidera essa lista (15,5 GTCO2e), seguida de Estados Unidos (5,9 GTCO2e), da Índia (4,4 GTCO2e), Rússia (2,6 GTCO2e), Indonésia (GTCO2e) e do Brasil (GTCO2e). O levantamento usa como fonte o Emissions Database for Global Atmospheric Reserach (EDGAR), o CEOBS, o Scientists for Global Responsibility (SGR) e Global Carbon Project (GCP).

    O cálculo das emissões das forças militares enfrenta obstáculos por causa da falta de transparência sobre os dados. Em 2025, apenas seis países informaram dados desagregados de suas emissões militares: Alemanha, Bulgária, Chipre, Eslováquia, Hungria e Noruega.

    O instituto cita que conflitos armados mantêm emissões estruturais, mas podem gerar picos intensos em períodos menores. Lembra a guerra na Ucrânia, em que cerca de 311,4 GTCO2e foram emitidos ao longo de quatro anos, e os ataques israelenses na Faixa de Gaza, em que foram emitidos 33,2 MtCO2e durante 15 meses.

    “As emissões acontecem em toda a cadeia militar. No processo logístico para transportar tropas, armamentos, veículos e equipes. Também no lançamento de mísseis, em que propulsão é baseada em combustíveis fósseis. Além disso, há a energia necessária para a produção desses artefatos de destruição da vida”, diz Wagner Ribeiro.

    “Deveríamos apostar no diálogo, no multilateralismo, em vez de apostar nas máquinas de guerra como temos vistos nos últimos anos”, complementa.

    Compartilhe: o Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Telegrama E-mail

    Noticias Relacionadas

    Eleição no Peru: Sánchez à frente de Fujimori por apenas 19 mil votos

    9 de junho de 2026

    Eleições no Peru: Sanchéz supera Fujimori com 93,9% das urnas apuradas

    8 de junho de 2026

    Terremoto de magnitude 7,8 atinge sul das Filipinas

    8 de junho de 2026

    Comentários estão fechados.

    As Mais Recentes

    Um dos maiores cineastas do país, Orlando Senna morre aos 86 anos

    10 de junho de 2026

    Festa literária da Fiocruz debate a ciência no combate ao racismo

    10 de junho de 2026

    MEC libera consulta a vagas no ensino superior pelo Sisu+

    10 de junho de 2026

    Fies abre adesão para instituições de ensino superior no 2º semestre

    10 de junho de 2026
    Noticias Mais Lidas
    Musica

    Um dos maiores cineastas do país, Orlando Senna morre aos 86 anos

    Fonte: Gabriel Correa - Reporter da Radio Nacional10 de junho de 2026

    O Brasil perdeu um dos maiores cineastas brasileiros. Orlando Senna, que formou gerações de profissionais,…

    Festa literária da Fiocruz debate a ciência no combate ao racismo

    10 de junho de 2026

    MEC libera consulta a vagas no ensino superior pelo Sisu+

    10 de junho de 2026

    Fies abre adesão para instituições de ensino superior no 2º semestre

    10 de junho de 2026
    Nossas Redes Sociais
    • Facebook
    • Twitter
    • Pinterest
    • Instagram
    • YouTube
    • Vimeo
    • WhatsApp
    • Telegram
    • Anuncie em nosso portal
    • WhatsApp : (00)-00000-0000
    • Celular : (00)-00000-0000

    Quem Somos

    Somos um dos maiores portais de noticias de toda nossa região, estamos focados em levar as melhores noticias até você, para que fique sempre atualizado com os acontecimentos do momento.

    Em caso de duvidas fale conosco.

    Email : seuemail@hotmail.com
    WhatsApp: (00)-12345-6789

    Facebook Twitter Youtube Instagram

    As Mais Vistas

    Classificação de facções como terroristas prejudica economia do Brasil

    29 de maio de 2026

    Senador apresenta relatório favorável à indicação de Messias ao STF

    15 de abril de 2026

    Janela de migração partidária termina nesta sexta-feira

    3 de abril de 2026

    Mais Populares

    Ações de petróleo, gás e combustível têm movimentação recorde na B3

    2 de junho de 2026

    Cacique indígena usa literatura para exaltar povos originários

    20 de abril de 2026

    Lula sanciona lei que regulamenta profissão de dança no Brasil

    29 de abril de 2026

    Portal News Word © 2022 Todos direitos reservados

    • Home
    • Quem Somos
    • Contato
    • Home
    • Quem Somos
    • Contato
    o Facebook X (Twitter) Instagram Pinterest
    Portal Top Tem © 2026 Todos direitos reservados

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.